Talvez você esteja vivendo uma fase em que...
Você sente que deveria estar mais certa sobre o que quer da vida, mas ainda tem muitas dúvidas.
Está tentando entender seus relacionamentos, suas escolhas ou o caminho profissional que quer seguir.
Pensa demais sobre algumas situações e, mesmo assim, não chega a lugar nenhum.
Percebe que algumas inseguranças, conflitos ou sentimentos continuam voltando.
Às vezes compara sua vida com a das outras pessoas e sente que deveria estar em outro lugar.
Ou simplesmente sente que alguma coisa mudou dentro de você e queria entender melhor o quê.
Você não precisa chegar com tudo organizado para começar.
A psicanálise pode ser um espaço para falar, se escutar e olhar com mais cuidado para aquilo que está acontecendo com você.
O que costuma segurar
Quase todo mundo chega com alguma destas. Nenhuma delas é motivo para não começar.
“Eu não sei nem o que falar numa sessão.”
Ninguém sabe. Não existe roteiro, e não é você que tem que preparar a conversa. A gente começa pelo que aparecer, inclusive pelo silêncio.
“Será que eu realmente preciso de terapia?”
Você não precisa estar mal o suficiente para merecer um espaço de fala. A maioria das pessoas que começa não está em crise, está incomodada com alguma coisa que não passa.
“Ainda sou muito nova para ter tanta coisa assim.”
Os 20 e poucos são justamente quando quase tudo está sendo decidido ao mesmo tempo: carreira, relação, família, quem você quer ser. Não é cedo demais, é exatamente quando pesa.
“Tenho medo de mexer em coisas que prefiro deixar quietas.”
Nada é arrancado de você. O ritmo é seu, e o que você não quiser falar hoje continua sendo seu. Falar não é obrigação, é possibilidade.
“Não sei se consigo me abrir com alguém que não conheço.”
Também não precisa conseguir logo de cara. Confiança leva tempo, e construir isso já faz parte do processo.
“Talvez eu consiga resolver isso sozinha.”
Talvez. Mas se conversar com amiga, ler sobre o assunto e esperar passar já tivessem resolvido, provavelmente você não estaria lendo isto agora.
Antes de falar comigo, você pode me ler
Escrevo sobre psicanálise e sobre o que me atravessa. Não é material de divulgação, é o mesmo lugar de onde eu escuto.
Falar é um trabalho muito difícil, requer coragem. Escutar a própria voz, é de caráter do infamiliar, estranho e alheio.
Uma análise trata-se de aposta. Quase como um jogo de dados que se joga para o alto, avança uma casa ou seis casas, uma vez ou outra volta-se um passo ou três. Há aposta no analista e há aposta no analisante.
Em um dia agitado me encontro no chão aos prantos. Fazem duas semanas que não consigo marcar minha análise. Me cobro, que tipo de analista fica sem escutar?
Como começar
Você não precisa chegar sabendo o que falar. O processo começa pela possibilidade de falar.
1
Você chama no WhatsApp
A mensagem já vai escrita. Não precisa explicar nada nem contar o que está acontecendo para marcar.
2
A gente marca a primeira conversa
Presencial no Centro de Florianópolis ou online. É um encontro para nos conhecermos, sem roteiro pronto.
3
Você decide se quer continuar
Se fizer sentido, combinamos um horário fixo por semana. Se não fizer, tudo bem, e você não fica devendo nada.
Como funciona na prática
- Frequência
- Uma vez por semana, no mesmo dia e no mesmo horário.
- Modalidade
- Presencial no Centro de Florianópolis, ou online por vídeo para qualquer lugar do Brasil.
- Primeira conversa
- Um encontro para nos conhecermos, sem roteiro pronto e sem compromisso de continuar.
Quem vai te escutar

Sou Clara, psicanalista. Trabalho com palavras, mas também com silêncios.
Cada encontro é único. É um espaço onde você pode falar livremente, no seu tempo, com alguém que escuta sem julgar. Não tem questionário, não tem exercício para levar para casa, não tem técnica aplicada em cima de você.
O que muda na psicanálise é o foco. Ela não corre para resolver o sintoma: trabalha com o que se repete, a escolha que você faz sempre do mesmo jeito, a briga que sempre volta, o incômodo que muda de assunto mas não vai embora.
Psicanálise de orientação lacaniana. Psicanalista Adjunto à Maiêutica Florianópolis. Atendimento presencial no Centro de Florianópolis e online.
Psicanálise, psicologia, terapia: qual a diferença
Se você pesquisou “psicólogo em Florianópolis” ou “terapeuta perto de mim” e chegou aqui, a dúvida é justa.
Psicólogo é quem se formou em Psicologia e tem registro no CRP. Psicanalista é quem se formou em psicanálise, que é uma formação própria, feita em escola de psicanálise. Muita gente é as duas coisas. Eu sou psicanalista.
“Terapeuta” é o mais aberto dos três, e quem procura um terapeuta em Florianópolis quase sempre está procurando alguém com quem conversar toda semana, não um título.
Perguntas frequentes
Ficou alguma dúvida que não está aqui? É só chamar no WhatsApp e perguntar.
Você não precisa saber por onde começar.
O processo começa pela possibilidade de falar. Me manda uma mensagem e a gente conversa sobre o que faz sentido para você agora.
Presencial no Centro de Florianópolis e online para todo o Brasil
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